Mulheres do Vale do Ribeira levam bandeiras regionais a ato unificado em São Paulo



Mulheres de Eldorado, Registro, Juquiá, Ilha Comprida e Cananeia, representantes das Comunidades Quilombolas, Economia Solidária e Sindicatos, ligadas à Marcha Mundial das Mulheres, CUT, MAB e IDESC, participaram de ato do Dia Internacional de Luta das Mulheres, que aconteceu em São Paulo. As mulheres da Região chamaram atenção para violência sexista e a igualdade de direitos entre homens e mulheres.
Conforme a organização, foram 23 mulheres da Região, que também levantaram a bandeira da autonomia econômica entre as mulheres. “Houve a convergência sobre a luta por mais direitos às mulheres e também que seja garantido o direito para mulher ao próprio corpo, dos direitos sexuais ”, disse Rosana Rocha, uma das organizadoras da caravana do Vale do Ribeira.
O grupo também se referiu aos atuais fatos políticos envolvendo o ex-presidente Lula e a Operação Lava Jato. “Manifestamos também contra o golpe e em favor da democracia”, diz Elis Xavier, da CUT Vale do Ribeira, que analisou que o evento serve como momento importante de reflexão e conscientização da importância da luta das mulheres na temática feminista, mas também para assuntos que afetam diretamente às trabalhadoras como o ajuste fiscal e a reforma previdenciária, temáticas presentes no ato público.

A situação da Educação Estadual, principalmente, referente à alimentação inadequada na merenda escolar, também fez parte. “O Ato terminou em frente à Secretaria Estadual de Educação onde as manifestantes mostraram indignação na falta de merenda escolar nas escolas estaduais”.

Em Cajati, população promoverá luta contra Barragens no Vale do Ribeira

No dia 14 de março, Dia Internacional de Luta contra as Barragens, pelos rios, pela água e pela vida, MAB, MOAB, MAM, MST, ISA e outras entidades que atuam no Vale do Ribeira no estado de São Paulo e Paraná, promovem passeata no centro da cidade de Cajati. Com a atividade que deve ter início às 10h, os movimentos pretendem protestar contra a construção de barragens no Rio Ribeira de Iguape, alertar a população sobre os perigos da mineração no Vale do Ribeira e denunciar a lentidão nos processos de regularização fundiária em toda a região.
“Em Cajati temos a Vale Fertilizantes não queremos que aconteça aqui o mesmo que aconteceu em Mariana e na bacia do Rio Doce”, indica Ubiratã da coordenação do MAB no Vale do Ribeira, lembrando que a empresa do Vale realiza extração mineral na mesma forma que em território mineiro. A concentração acontecerá na entrada da cidade e deve reunir comunidades do Vale do Ribeira dos dois estados entre quilombolas, pescadores, ribeirinhos e população urbana.
“Vamos dizer não à construção de barragens no Rio Ribeira de Iguape, principalmente a de Tijuco Alto e Itaoca, que está em processo de licenciamento ambiental”. Nesta data, populações atingidas por barragens do mundo inteiro denunciam o modelo energético brasileiro que, historicamente, tem causado graves consequências sociais, econômicas, culturais e ambientais.

Segundo o relatório da Comissão Mundial de Barragens (órgão ligado à ONU), no mundo, cerca de 80 milhões de pessoas foram atingidas direta ou indiretamente pela construção de usinas hidrelétricas.

APEOESP Vale do Ribeira realiza primeira reunião de representantes escolares do ano

Agendamento, encaminhamentos e situação da categoria regionalmente foram discutidos

Com uma homenagem às mulheres, se iniciou a primeira reunião dos representantes escolares do ano, na sede da APEOESP Vale do Ribeira, em Registro. A reunião, que acontece, bimestralmente, reúne professores de todo o Vale do Ribeira, que discutem e relatam a situação do magistério nas escolas estaduais nas regiões que representam.
Neste primeiro encontro anual, se discutiu a participação dos professores nas conferências escolares, na conferência popular da Educação, que acontece entre os dias 15 e 17, cuja participação será custeada pela APEOESP Vale do Ribeira. Dentro dessa temática, até o dia 14 de março, acontecerão atividades referentes às discussões que acontecerão na conferência de Educação.
Os professores também foram convidados à participação da audiência pública que acontece no próximo dia 23, na Assembleia Legislativa, em São Paulo e também no dia 31, na manifestação contra a Reforma da Previdência, em Brasília, onde está agendada a Marcha Nacional contra a Reforma da Previdência.
Durante a reunião, a coordenadora da APEOESP Vale do Ribeira, professora Ana Cugler, também discutiu a situação de superlotação de classes na região, assim como classes fechadas, realidade presente em todo o estado de São Paulo e não muito diferente em nível regional.

Também presente à reunião, o assessor jurídico da APEOESP Vale do Ribeira, o advogado André Sanches, também esclareceu dúvidas dos professores, passou informes e frisou que todos os casos dos professores filiados à Associação, estão sendo atendidos e que são encaminhados por ordem de data, levando em conta os prazos. 

Mulheres do Vale do Ribeira participam de Ato Unificado em comemoração ao Dia Internacional da Mulher

No dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher, haverá um grande ato público unificado em São Paulo, lembrando a data. O Vale do Ribeira contará com um ônibus que levará mulheres quilombolas, sindicalistas e agricultoras da economia solidária para o evento em transporte disponibilizado por organizadores da Marcha Mundial de Mulheres.
O evento conta com apoio estadual do Vale do Ribeira e regionalmente, a Central apoiará com recursos para alimentação.  A organização em nível regional também conta com o Movimento dos Atingidos por Barragem. “É importante que as mulheres incorporem essa luta para que a situação da mulher mude. Quanto mais mulheres participando, mais muda a sociedade”.
Para Rosana Rocha, militante da Marcha das Mulheres no Vale do Ribeira, a violência de gênero ainda é um problema muito frequente na Região e a falta de políticas públicas de acolhimento às mulheres que sofrem violência agravam a condição da mulher regionalmente. “Há um retrocesso nos planos de Educação municipais quando se retira a questão de gênero das discussões”.

A militante lembra que regionalmente, as mulheres estão nos “piores trabalhos, nas condições menos valorizadas e que boa parte dessas mulheres são esteios de família, mas nem por isso, são mais valorizadas, ao contrário. Os salários na maior parte também são menores do que os do homem que exercem a mesma função e por muitas vezes, esses ganhos garantem a sobrevivência de suas famílias. “Toda essa situação empurra essas mulheres para a pobreza extrema”, conclui Rosana.

Atribuição de aulas começa e APEOESP Vale do Ribeira orienta professores

No próximo dia 1 se inicia o processo de atribuição de classes e aulas para os professores nas categorias efetivos e titulares de cargo que prossegue no dia 2 pela manhã. Já no dia 3, acontece a atribuição de aula para os temporários e estáveis e posteriormente, para a categoria “O” até o dia 4.
Graças à ação da APEOESP, como uma vitória da categoria, os professores da categoria “O” conseguiram ter ampliados seus contratos de trabalho, caracterizando uma das mudanças no processo. De acordo com lei complementar 1277 de dezembro de 2015, a contratação de função docente categoria O terá o prazo máximo de três anos. “Essa foi uma das nossas reivindicações de greve atendidas”, aponta a coordenadora regional da APEOESP Vale do Ribeira, professora Ana Cugler.
Além da ampliação no contrato temporário de trabalho, os professores da categoria “O” continuam garantido a redução no tempo de vacância, que e de 180 dias. Para garantir o bom entendimento das novas regras de contratação, a APEOESP lançou um suplemento especial “Atribuição de aulas resolução comentada” que está em redes sociais com todas as informações sobre o assunto para as contratações este ano. A íntegra pode ser conferida na página da APEOESP Vale do Ribeira no endereço: https://www.facebook.com/apeoespvaledoribeiraoficial/.
Durante a atribuição de aulas, todas as subsedes da APEOESP manterão plantão da assessoria jurídica. “Ficaremos à disposição dos professores em período integral para esclarecer dúvidas ou coibir abusos ou mal-entendidos sobre o processo”, explica o assessor jurídico da APEOESP Vale do Ribeira, o advogado André Sanches.

A subsedes da APEOESP no Vale do Ribeira fica na Rua Esmeralda, 45, centro, Registro, próximo à Câmara Municipal. Dúvidas poderão ser esclarecidas nos telefones 38214571 e 3821 3867. 

Mudanças na atribuição de aulas


Atenção professores!

O processo de atribuição de aulas mudou. Confira o suplemento especial da APEOESP sobre o assunto


























Venda da banana volta a ser comercializada por dúzia. Bom pra quem?

O presidente da Associação dos Bananicultores do Vale do Ribeira, Joaquim José de Oliveira,  fala em artigo sobre a comercialização da banana que deixa de ser por pesagem. No texto há esclarecimento aos associados e a população sobre a nova lei sancionada pelo governador em 18 de janeiro. Acompanhe: 


Senhores Associados,

“O governador Geraldo Alckmin sancionou projeto de lei (PL 459/2015), de autoria do deputado Hélio Nishimoto (PSDB), que desobriga o comércio final de banana por quilo em feiras, varejões, sacolões e supermercados. A lei 16.121/2016, segundo o parlamentar vai beneficiar tanto consumidores quanto comerciantes que vinham cobrando uma nova regulamentação do setor”.
A ASSOCIAÇÃO DOS BANANICULTORES DO VALE DO RIBEIRA – ABAVAR, repudia a nota acima veiculada na mídia virtual e escrita, pois o projeto de lei acima de autoria do deputado estadual Hélio Nishimoto (PSDB), é antidemocrático e oportunista, pois os bananicultores jamais foram convidados para participar de qualquer reunião para debater a respeito da desobrigação acima.
A ABAVAR, sabendo do projeto de lei 459/2015 de autoria do Hélio Nishimoto (PSDB), contactou a FRENTE PARLAMENTAR DA BAIXADA SANTISTA e do VALE DO RIBEIRA, se posicionando contra tal projeto de lei, mas o apoio não foi o esperado.
Ofícios foram enviados para outros deputados, onde mostramos nossa insatisfação com tal projeto de lei acima, bem como buscávamos apoios contra o referido projeto, pois é altamente prejudicial a todos os bananicultores, principalmente aos pequenos produtores e agricultores familiares.
A ABAVAR está tentando agendar com deputados estaduais paulista e com o Governador do Estado, para que tal medida seja revista, pois é altamente prejudicial ao Vale do Ribeira, onde os bananicultores há anos investem em melhoria e qualidade da banana para atender todo o comércio paulista.
A ABAVAR está estudando ingressar com medidas judiciais afim de que a Lei 16.121/2016, seja suspensa, mas conclamamos a todos os bananicultores que apoiem e contribuam com a entidade neste novo enfrentamento" .

Joaquim José de Oliveira

Presidente da Associação dos Bananicultores do Vale do Ribeira - ABAVAR





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